quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Leitura obrigatória para quem deseja voar....



Ao ler a obra você vai se confrontar com duas dimensões fundamentais da existência humana: a dimensão do enraizamento, do cotidiano, do limitado, que seria o símbolo da galinha e a dimensão da abertura, do desejo, do ilimitado,  o símbolo da águia.


 A partir disso o autor nos leva a pensar  em como equilibrar essas duas dimensões e como impedir que a cultura da homogeneização afogue a águia dentro de nós e nos impeça de voar.


A história da águia e a galinha evoca dimensões profundas, o sentimento da auto-estima, a capacidade de dar a volta por cima nas dificuldades quase insuperáveis, a criatividade diante de situações de opressão coletiva que ameaçam o horizonte da esperança, entre outras.

Será que  podemos nos limitar a ser somente galinha ou somente águia?



Não!  Como galinhas somos seres concretos e históricos, mas jamais devemos esquecer nossa abertura infinita, nossa paixão indomável, nosso projeto infinito, nossa dimensão águia. Se não buscarmos o impossível (a águia) jamais conseguiremos o possível (a galinha).


Pense nisso e voe..........

Decidir criar um novo céu e com isso ter um novo horizonte e quem sabe morar em uma nova terra.....

Decidir criar um novo céu e com isso ter um novo horizonte e quem sabe morar em uma nova terra.....

Atitude... É disso  que precisamos!

Atitude de aceitação dos novos caminhos, de admiração frente ao novo e de respeito com o passado.

Decida criar novos horizontes sempre que desejar,e a cada vez ,fortaleça seu interior,encontrando dentro de voce um lugar único,especial,onde aconteça o que acontecer tudo se mantém inabalável.

Reconfortadas nesse "seu lugar", as mudanças passam a ser grandes aventuras.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Quero.....




Quero ver o sol atrás do muro
Quero um refúgio que seja seguro
Uma nuvem branca, sem pó nem fumaça
Quero um mundo feito sem porta, ou vidraça
Quero uma estrada que leve à verdade
Quero a floresta em lugar da cidade
Uma estrela pura de ar respirável
Quero um lago limpo de água potável
Quero voar de mãos dadas com você
Ganhar o espaço em bolhas de sabão
Escorregar pelas cachoeiras
Pintar o mundo de arco-íris
Quero rodar nas asas do girassol
Fazer cristais com gotas de orvalho
Cobrir de flores campos de aço
Beijar de leve a face da lua



Escola de Jardinagem




Oferece cursos, palestras e oficinas de jardinagem e paisagismo, destinados ao público em geral que deseje ampliar seus conhecimentos na área de jardinagem. Os cursos são ofertados em caráter regular, com duração de um a três meses, e as inscrições são feitas pessoalmente na escola. Já as palestras e oficinas têm a duração de um periodo do dia, manhã ou tarde, com programação lançada mensalmente e inscrições feitas através de e-mail. Além dos cursos, oficinas e palestras, a escola conta com o Programa de Atendimento às Plantas (PAP), que presta atendimento acerca do cultivo, pragas, doenças e adubação.
Parque Ibirapuera 
Portão3, 4 ou 5 - Prédio da Administração
Dia da Semana De segunda a sexta-feira
Relógio Das 9h às 12h e das 13h às 16h
Fone Tel:. (11) 5574 - 0705 / 5539 - 5291


Bitile.... Maison de Fleur!

Quem somos nós:


Semeando Carinhos e Cuidados ha mais de 20 anos, a Bitile flores oferece à seus clientes uma empresa preocupada com o Meio Ambiente, que acredita no futuro e na capacidade do homem de resgatar o que ha de melhor em cada situação.

Semeando o bem e a harmonia , oferecendo Carinhos ao nosso Planeta, e a todos os seres, certamente colheremos dias mais tranquilos, mais felizes e um futuro de Paz!
Bem Vindo !
                            Visite nosso site:  www.bitileflores.com.br

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Verde

Quem pergunta por mim, já deve saber, do riso no fim
De tanto sofrer, que eu não desisti, das minhas bandeiras,
Caminhos, trincheiras, da noite
Eu, que sempre apostei, na minha paixão
Guardei um país no meu coração, um foco de luz, seduz a razão
De repente a visão da esperança, quis esse sonhador
Aprendiz de tanto suor, ser feliz num gesto de amor
Meu país acendeu a cor

Verde, as matas no olhar, ver de perto
Ver de novo um lugar, ver adiante
Sede de navegar, verdejantes tempos
Mudança dos ventos no meu coração
Verdejantes tempos, mudança dos ventos no meu coração

Autores: C. Costa/E. Gudim
Interpretação: Leila Pinheiro

Para pensar...


“Como você pode comprar ou vender o céu, o calor da terra? A idéia é estranha para nós.
Se nós não somos donos da frescura do ar e do brilho da água, como você pode comprá-los?
Cada parte da Terra é sagrada para o meu povo.

Cada pinha brilhante, cada praia de areia, cada névoa
nas florestas escuras, cada inseto transparente, zumbindo,
é sagrado na memória e na experiência de meu povo.

A energia que flui pelas árvores traz consigo a memória
e a experiência do meu povo.
A energia que flui pelas árvores traz consigo as memórias
do homem vermelho.
 
Trecho do discurso do Chefe indígena Seattle

E para você: 
O que é sagrado?
Qual a energia das suas experiencias?